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Perigo, risco e exposição: três palavras que mudam uma avaliação de riscos
Os três conceitos aparecem frequentemente juntos, mas não significam a mesma coisa. Perceber a diferença ajuda a identificar melhor o que pode causar dano, em que condições e com que probabilidade.
Ler o artigo →A lei obriga a usar uma matriz de probabilidade × gravidade?
A legislação portuguesa exige uma avaliação de riscos correta, permanente e adequada — mas não impõe uma matriz P × G única para todas as atividades. Perceber a diferença evita confiar cegamente num número e ajuda a escolher o método certo para cada risco.
Ler o artigo →Calor no trabalho: o que a lei exige e o que ainda não regula
As ondas de calor tornaram-se mais frequentes e intensas, e a Direção-Geral da Saúde já recomenda planos de prevenção específicos. Mas a legislação portuguesa não define limites de temperatura para a generalidade dos trabalhadores. Perceber o que é obrigação e o que é recomendação ajuda a preparar uma resposta adequada, em vez de esperar por uma lei que ainda não existe.
Ler o artigo →Saúde mental no trabalho: a avaliação de riscos psicossociais é mesmo obrigatória?
Stress, sobrecarga, isolamento e assédio afetam a saúde tanto quanto um perigo físico — mas muitas organizações ainda tratam os riscos psicossociais como um tema de bem-estar opcional. A lei portuguesa já os inclui no dever geral de avaliação de riscos desde 2009. Perceber isto muda a forma como o tema deve ser tratado numa avaliação de riscos séria.
Ler o artigo →Mais artigos brevemente: eliminar/substituir/proteger; acidente vs. incidente vs. quase-acidente; preparação para emergências.